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A crise de 1929 foi o maior desastre da história do capitalismo no século XX e representou uma devastação de economia mundial. Os resultados foram a pobreza generalizada das massas, uma drástica desvalorização e aniquilação de capitais e mercadorias. O tombo evidentemente, foi mais alto nos EUA, epicentro da crise e a maior economia global.


  A crise se expandiu para todo o sistema capitalista. O comércio mundial caiu 60%. Houve uma crise na produção básica de alimentos e matérias-primas devido à queda vertiginosa dos preços destes produtos. O Brasil tornou-se símbolo do desespero e da dramaticidade da crise, quando governo queimou os estoques de café (principal produto da exportação do país) em locomotivas a vapor numa inútil tentativa de frear queda dos preços dos produtos.


  A Grande Depressão não teve efeitos catastróficos apenas para os trabalhadores norte-americanos. No pior período da depressão, entre 1932 e 1933, o desemprego chegou a níveis nunca vistos na história do capitalismo. Na Inglaterra, o índice chegava a 23%. Na Alemanha, a taxa de desemprego atingiu os espantosos 44%.




Buscando uma solução para o grave problema, os eleitores americanos decidiram eleger o democrata Franklin Delane Roosevelt à Presidência, na esperança de que ele reerguesse a economia americana. No ano de 1933  ele pôs em prática o  New Deal, que fazia com que o governo passasse a controlar os preços e a produção das industrias e fazendas. Assim foi possível controlar a inflação e evitar que houvesse acúmulo de estoques. O Plano também inseria investimentos em obras públicas, como a melhoria das estradas, ferrovias, energia elétrica, entre outros. Desta forma começaram a aparecer os primeiros resultados, havendo uma diminuição significativa do desemprego.


Com o desenvolvimento do programa, a economia norte-americana foi aos poucos voltando a entrar no rumo, e no início da década de 1940 ela já funcionava normalmente.









A Crise de 1929, que ficou popularmente conhecida como A Grande Depressão, foi uma grande crise econômica que persistiu até a Segunda Guerra Mundial, sendo considerado como o pior e mais longo período de recessão econômico que o século XX já passou. Entre todas as consequências que a crise trouxe, podemos citar as elevadas taxas de desemprego, a diminuição da produção industrial de diversos países, assim como as drásticas quedas dos PIB’s, dos preços de ações, entre outros. Praticamente todo o mundo se viu envolto a este momento difícil, que prejudicou as atividades econômicas de dezenas de países.



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Causas:

  • Teve início no sistema financeiro, na chamada Quinta-feira Negra, na bolsa de Nova York;
  • Preços das ações estavam elevadíssimos;
  • Entraram no mercado 70 milhões de ações, mas não houve quem as comprassem;
  • Sem demandas pelos papéis, os preços caíram, gerando uma enorme onda de desconfiança;
  • Os bancos congelaram os empréstimos;
  • As fábricas começaram a parar por falta de crédito;
  • A renda nacional começou a cair;
  • Lucros e preços de produtos despencaram;
  • As empresas se viram com estoques enormes;
  • A economia começou a ficar paralisada e, como uma bola de neve, as falências se sucederam.

Consequências:

  • Milhões de trabalhadores perderam o emprego;
  • O comércio mundial ficou reduzido a um terço do que era antes;
  • No Brasil, o principal efeito da crise manifestou-se na queda vertical dos preços do café;
  • Os países aumentaram as taxas alfandegárias, o que reduziu ainda mais o comércio internacional;
  • Falência de milhares de empresas norte-americanas;
  • Arruinou a produção agrícola;
  • Foi a maior crise da história capitalista.




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